10º Ferrero

NOME COMPLETO: JUAN CARLOS FERRERO DONAT
NASCIMENTO: 12 DE FEVEREIRO DE 1980 EM
ONTENIENTE, ESPANHA
ALTURA: 1,83M
PESO: 73 KG
DESTRO (BACKHAND DE DUAS MÃOS)
ANO EM QUE SE PROFISSIONALIZOU: 
1998
TÍTULOS NA CARREIRA: 15
PREMIAÇÃO NA CARREIRA (ATÉ 2010): US$ 13,320,292

TÍTULOS DESDE 2001 ATÉ 2010: 
14 (1 GRAND SLAM E 4 MASTERS 1000)

O QUE APRENDEMOS COM FERRERO?

- Não se limite a apenas um estilo de jogo e um tipo de superfície. Busque sempre mais de si mesmo em tudo;

- Tente desenvolver um golpe de definição e molde seu jogo para sempre que possível usá-lo;

- Caso seu saque não seja devastador, abuse dos efeitos e das variações para evitar que seus adversários ataquem com a devolução;

- Antes de ser agressivo, pense em ser constante;

- Seja rápido e devolva tudo para o outro lado da rede. Seu oponente vai ficar louco.

OS DIVERSOS TENISTAS DA ESCOLA ESPANHOLA - que começou a dominar o jogo no saibro durante a década de 1990 – pareciam predestinados a entrar para a história apenas como especialistas nesta superfície. Diante desse quadro, dificilmente um deles seria número um do mundo algum dia, pois o circuito possui muito mais torneios em quadras rápidas do que na famosa “terra batida”.

Faltava, então, a todos eles, um estilo de jogo que se encaixasse com as quadras de cimento para que pudessem sonhar com o primeiro posto do ranking mundial. Foi quando Juan Carlos Ferrero quebrou este estigma – que dizia que os espanhóis só sabiam jogar no saibro – e abriu a porta para outros compatriotas.

O jogo do “Mosquito” – seu porte magro e sua velocidade lhe valeram o apelido – foi moldado nas quadras lentas. Mais um garoto prodígio da escola espanhola, ele logo se destacou atuando neste tipo de piso. O estilo hispânico era claro, com suas pernas velozes, esquerda consistente, direita poderosa, contra-ataque fulminante. Contudo, ele diferia de seus antecessores por sua bola não ter tanto spin – especialmente quando atuava em quadras rápidas – e por tentar ser mais agressivo e definir os pontos, não esperando tanto os erros dos rivais, como rezava a cartilha da escola de tênis de seu país.

Em 2003, talvez o último ano em que o circuito masculino ainda parecia passar por uma transição e não havia encontrado uma nova força dominante, Ferrero teve seu grande momento. Ele venceu Roland Garros – após bater na trave no ano anterior – e fez a final do US Open. Além disso, ganhou os Masters 1000 de Monte Carlo e Madrid (torneio disputado sobre carpete) e provou sua versatilidade. Tudo isso fez com que ele se tornasse o segundo espanhol a atingir o topo do ranking na ATP (lugar que ocupou por oito semanas), após Carlos Moya. Nesta época, Ferrero também foi um dos tenistas mais requisitados fora das quadras por sua beleza atlética combinada com seus cabelos loiros e olhos castanho-esverdeados. Desde então, ele foi um dos jogadores mais constantes entre os top 100.

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