9º Um Lugar na História. Sampras

NOME COMPLETO: PETROS SAMPRAS
NASCIMENTO: 12 DE AGOSTO DE 1971,
EM WASHINGTON, ESTADOS UNIDOS
ALTURA: 1,85M
PESO: 77 KG
DESTRO (BACKHAND DE UMA MÃO) 
ANO EM QUE SE PROFISSIONALIZOU: 1988
TÍTULOS NA CARREIRA: 64
PREMIAÇÃO NA CARREIRA (ATÉ 2010): US$ 43,280,489

TÍTULOS DESDE 2001 ATÉ 2010:
Apontado por muitos como maior tenista da história, o americano Pete Sampras conquistou 64 títulos de simples

Grand Slam (14)
Tennis Masters Cup (5)
ATP Masters Series (11)
ATP Tour (34)

14 Grand Slam, 5 Master cup, 11 ATP  Master Series, 34 ATP Tour

O QUE APRENDEMOS COM SAMPRAS?

- Aprenda a crescer, a desenvolver seu jogo, diante de rivais duros;

- Tenha um saque preciso e eficaz, tanto no primeiro quanto no segundo serviço;

- Se tiver um bom saque, não tenha medo de fazer um saque-e-voleio;

- Não se incomode com passadas. Mantenha a pressão sobre o adversário. Ele não vai acertar sempre;

- Não tenha medo de suas fraquezas. Saiba que as têm e tente aprimorá-las. Mas, sempre que possível, construa o ponto para poder usar seu melhor golpe;

- Seja impassível em quadra. Não deixe seu oponente perceber seus sentimentos;

- Jogue com seriedade o tempo todo para não dar brechas ao rival;

- Saiba impor o seu jogo e sua tática diante de qualquer adversário.

EM 1990, PETE SAMPRAS AINDA ERA UM GAROTO. Mas isso não o impediu de vencer algumas lendas do tênis e se tornar o mais jovem a vencer o US Open, com apenas 19 anos. Três anos depois, ele já se tornaria número um do mundo, posição que, nos cinco anos seguintes, dificilmente sairia de suas mãos.

Pistol Pete, como alguns gostavam de chamá-lo, resolveu não somente desafiar os tenistas de sua geração, mas os das gerações passadas. Em pouco tempo, dominou o circuito de tal maneira com seu saque-e-voleio pesado e efetivo que, toda vez que entrava em quadra, jogava não somente contra os adversários, mas contra os livros de história do tênis.

Sampras reescreveu os recordes. Superou números que estavam esquecidos, de outras eras e que se pensavam inalcançáveis. Assim como reescreveu a forma de se jogar com o saque-e-voleio. Dono do serviço mais eficiente de todos os tempos, ele se aproveitou da época em que a velocidade do jogo era enorme para ditar novas regras, soltando bombas – quando não indefensáveis – tão poderosas que impediam um ataque de devolução, facilitando a definição do ponto na rede. E se não bastasse a constância e precisão do saque, ele ainda era um exímio voleador.

Durante seu reinado, poucos puderam confrontá-lo. Seu maior rival, Andre Agassi, vivia altos e baixos. Quando ambos estavam em boa fase, seus duelos eram épicos. Tanto que Sampras chegou a dizer por várias vezes a rivalidade com Agassi o fez ser um melhor jogador.

E é verdade. Rei da grama, com sete títulos em Wimbledon, Pete tinha pontos fracos. Sua esquerda de uma mão era um deles. No entanto, ele soube trabalhar tão bem essa “deficiência” que chegou a ser capaz de enfrentar adversários sem fugir do backhand. Ainda assim, seu jogo agressivo acabou não sendo su ciente para lhe render dividendos no saibro. E Roland Garros sempre o ludibriou.

Mesmo no fim de carreira no começo dos anos 2000, sua força e sua áurea de melhor do mundo ainda eram poderosas. Depois de perder duas finais do US Open em 2000 e 2001 para representantes de uma geração mais veloz e determinada, mostrou todo o seu valor ao conquistar o Aberto norte-americano em 2002 para selar sua gloriosa carreira.

Tennis Masters Cup (5)
ATP Masters Series (11)
ATP Tour (34)

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